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O que é mineração de bitcoins?

Introdução

            Durante o passar do tempo muitos termos utilizados na língua portuguesa sofreram alterações tanto em sua gramática, quanto ao seu sentido, de 2009 até os dias atuais foi adicionado um novo item na lista de significado para a palavra minerador.

          Como foi discutido no primeiro post anterior, que você pode acessar em nosso blog, o Bitcoin e assim como qualquer outra criptomoeda que se baseia em uma rede blockchain, para ocorrer uma transação entre duas pessoas, toda a rede deve validar essa transação, e é nesse ponto que os mineradores digitais entram, mas para entendermos o funcionamento prático deles, temos que dar uma breve introdução sobre a estrutura dos blocos dentro da rede blockchain.

Estrutura dos blocos blockchain

          Quando é solicitado uma transação na rede blockchain, essa transação é reunida junto com outras solicitações de usuários diferentes, as transações são sempre feitas com 3 itens necessários, são eles a chave de quem envia, a chave de quem recebe, e o valor a ser enviado, assim um bloco contem todos esses dados, de cada transação solicitada, além disso dentro do bloco há sempre um código que remete ao bloco anterior, garantindo assim a veracidade desse bloco.

Porém todos esses dados criam uma criptografia, que junto de alguns números aleatórios, formam uma conta matemática extremamente complexa de ser resolvida, pois cada computador precisa descobrir um número aleatório que aliado com as informações do bloco resultam em zero.

Fonte: Evoeducação: <https://evoeducacao.com.br/artigos/blockchain/> Acesso em 31 de maio 2022

Como funciona a mineração?

          A mineração de criptomoedas nada mais é do que um computador ligado resolvendo problemas matemáticos, assim, na rede da bitcoin, sempre que um bloco é fechado, ele precisa ser resolvido, ou seja, todos os computadores ligados a rede, competem para encontrar esse número aleatório, para se ter uma ideia, encontrar esse número é algo tão trabalhoso que milhões de tentativas são feitas por segundo e esse processo de descoberta demora em torno de 10 minutos para acontecer.

          Quando um nó da rede, ou seja, um computador ligado a rede, encontra a solução para essa criptografia, ele comunica ao restante da rede o valor encontrado, e todos os outros nós param de tentar encontrar a solução e começam a trabalhar com o valor encontrado para validar a veracidade desse cálculo, visto que confirmar que o número está correto é extremamente mais simples que encontrá-lo, toda a rede pode validar a descoberta em questão de segundos.

Como o minerador ganha dinheiro?

          Para que a rede blockchain opere com êxito é necessário que haja pessoas dispostos a alocar recursos computacionais para resolver essa criptografia, assim foi criado um incentivo para os mineradores, que é basicamente uma recompensa por ter resolvido os cálculos primeiro, assim, esse usuário recebe uma pequena porcentagem dos valores transferidos naquele bloco, como uma espécie de taxa de serviço pelo uso da rede, assim essa taxa é o que mantém a rede em operação.

          O termo minerador se deu ao fato de que esses usuários ligados a rede surgiam com novas bitcoins, isso se deu ao fato de que, quando Nakamoto colocou a rede bitcoin no ar, o computador que resolvesse o calculo primeiro, recebia 50 novos bitcoins, além da taxa já citada, Em 2012 essa recompensa caiu para 25 BTCs (bitcoins), e a cada 4 anos esse valor é reduzido em 50%, ou seja, em 2016 era gerado 12,5 BTCs, valor que em 2020 caiu para 6,25, em 2024 esse valor ira descer para 3,125 BTCs, esse é o único momento em que um bitcoin é criado, e esse valor vai chegar a zero quando se atingir 21 milhões de BTCs criados. Esse valor foi estipulado por Nakamoto para que não houvesse emissão infinita de bitcoins e assim fazer com que a inflação daqui alguns anos acabe com o valor da criptomoeda.

Fonte: techblog, disponível em: <https://files.tecnoblog.net/wp-content/uploads/2021/01/49622424726_0a3cdf2633_o-1-e1610665424464-700×394.jpg> Acesso em 31 mai. 2022

Como é feita a mineração em 2022, ainda vale a pena?

          Hoje a mineração de bitcoin não é mais feita por computadores comuns, ela é feita através de placas de vídeos, que são utilizadas nessa função pois o processador delas são muito mais eficientes na resolução do tipo de cálculo que é necessário para a mineração, essas placas são ligadas em paralelo, ou seja, elas trabalham juntas formando uma só placa é formado uma espécie de mega placa de vídeo. Além disso há também as chamadas fazendas de mineração, que são galpões extremamente grandes cheias de computadores ligados o tempo todo fazendo contas, para que assim possam ter o maior poder computacional possível, para que possam encontrar a solução da criptografia primeiro. Assim um usuário comum, com seu computador pessoal, ou com algumas placas de vídeos ligadas a rede, dificilmente irá conseguir competir com as gigantes fazendas de mineração, fazendo com que eles tenham mais gastos com energia elétrica para manter o equipamento ligado, do que lucros com a mineração. Hoje existe serviços que um usuário pode ligar sua máquina a outro nó da rede, ou seja o computador desse usuário será ligado em paralelo com outros computadores formando apenas um nó na rede, formando megacomputador espalhado pelo mundo, porém os ganhos se esse nó resolver a criptografia, serão divididos por cada usuário, tornando a mineração para usuários comuns não rentável.

Fonte: Money Times disponivel em:  <https://media.moneytimes.com.br/uploads/2020/08/bitmain-mineracao-cripto.jpg> Acesso em 31 mai. 2022

Autoria: Pedro Minante – bolsista do projeto de pesquisa de iniciação científica sobre blockchain do IFTM-CAUPT sob a coordenação do Prof. Elson de Paula

Referências bibliográficas:
HOLLINS, Steve. Bitcoin para iniciantes: O guia definitivo para aprender e usar bitcoin. Crie uma carteira, compre bitcoin, aprenda o que é blockchain e a mineração de bitcoin. 2018. E-book.

LAWRENCE, Steven. Os segredos do blockchain: o guia definitivo de negócios para dominar o blockchain, bitcoin, criptomoedas, mineração e o futuro da internet. 2019. E-book.

BACK, Adam. Hashcash -A Denial of Service Counter-Measure.2002. Disponível em: <http://www.hashcash.org/papers/hashcash.pdf>. Acesso em: 23 mai. 2022.

Marco. Bitcoin para programadores. Disponível em: https://itsriodejaneiro.gitbooks.io/bitcoin-para programadores/content/blockchain.html>.Acesso em: 23 mai. 2022. Nakamoto. Satoshi Bitcoin: A Peer-to-Peer Electronic Cash System. Disponível em < https://bitcoin.org/bitcoin.pdf >. Acesso em: 23 mai. 2022.           

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O que é Blockchain?

Com o avanço da tecnologia e o passar do tempo a forma com que a sociedade realiza o comercio foi se alterando, saímos do escambo, para uma moeda controlada pelo estado, que inicialmente eram de metais preciosos como ouro e prata, até passar para as cédulas de papel que temos hoje; com o surgimento da internet o dinheiro digital se tornou mais comum, e assim as transações monetárias foram se tornando cada vez mais fáceis de serem executadas e cada vez mais comum, porém surgiu com isso um ponto que apresenta deficiência, que é na questão de segurança.

Com esse problema em mente, desde 1971 vários cientistas da computação e matemáticos propuseram soluções de criptografia e algoritmos de segurança que acabavam sendo ultrapassadas anos depois coma melhoria das performances dos computadores modernos.

Em 2008, foi lançada por Satoshi Nakamoto a moeda virtual Bitcoin que operava na plataforma Blockchain, e por lá realizava suas operações. O nome Nakamoto é um pseudônimo, pois até os dias atuais não se sabe com precisão quem foi o criador do Bitcoin.

Mas Afinal o que é o blockchain?

Blockchain é um livro-razão compartilhado e distribuído por todos os seus usuários, que assim facilita o processo de registro de transações e rastreamento de ativos. Literalmente, a palavra “blockchain” significa “cadeia de blocos” e é uma tecnologia que apresenta aplicações que estabelece confiança, prestação de contas, transparência de forma simplificada e eficiente. É um banco de dados distribuídos, sendo praticamente invulnerável a falhas a adulterações.

Antes do desenvolvimento da tecnologia Blockchain, os registros contábeis eram mantidos em banco de dados centralizados, ou seja, uma instituição bancária detinha os registros de todos os clientes salvos, e as pessoas precisam confiar na idoneidade do banco de dados para terem certeza de que não houve nenhuma alteração nos registros, como o saldo e transações; Além disso são salvos nos bancos de dados informações pessoais dos clientes, como nome, CPF, endereço, e as demais informações solicitadas pelo banco na criação da conta, esses dados são salvos em um banco de dados integrado que por mais seguro que seja, nunca são invioláveis.

Como o Blockchain pode ser seguro se ele é público?

Com o Blockchain, os dados são distribuídos entre todos os participantes da rede, com total transparência e descentralizados, torna-se desnecessário confiar em uma terceira pessoa para portar os dados contábeis, sendo assim como todos os usuários possuem uma “copia” do livro-razão quando ocorre uma transação, ela é alterada e validada no livro de todos os usuários  assim, tornasse quase impossível que haja fraude já que se ocorrer alteração no livro de um usuário ela ira de destoar das informações que está presente no restante dos usuários.

Diferente do banco de dados centralizado presente nas instituições bancárias, na rede blockchain não há presença de dados pessoais dos usuários, há somente um código de identificação, sendo assim as transações realizadas na cadeia são totalmente confidenciais, ou seja, a identidade real das pessoas presente na transação são resguardadas.

Como o Blockchain funciona?

O blockchain funciona através de blocos, quando se deseja executar uma transação, essa solicitação é colocada em um bloco, junto com outras solicitações de outros usuários, e é executada por todos os computadores ligados a rede, em um “Algoritmo de consenso “, ou seja, todos os computadores ligados a rede devem validar esse bloco de transação para que ele seja efetuado com sucesso. Cada novo bloco é criado com relação ao seu anterior, formando assim uma cadeia de blocos, assim se torna quase impossível alterar dados antigos pois eles são utilizados e validados quando é executado.

Autoria: Pedro Minante – bolsista do projeto de pesquisa de iniciação científica sobre blockchain do IFTM-CAUPT sob a coordenação do Prof. Elson de Paula

Referências bibliográficas:
HOLLINS, Steve. Bitcoin para iniciantes: O guia definitivo para aprender e usar bitcoin. Crie uma carteira, compre bitcoin, aprenda o que é blockchain e a mineração de bitcoin. 2018. E-book.

LAWRENCE, Steven. Os segredos do blockchain: o guia definitivo de negócios para dominar o blockchain, bitcoin, criptomoedas, mineração e o futuro da internet. 2019. E-book.

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TI Verde: Tecnologia e Meio-Ambiente

Desde os adventos da Segunda Revolução Industrial, entre os séculos 19 e 20, houve um crescimento exponencial no desequilíbrio das  dimensões de sustentabilidade, colocando o pilar ecológico em segundo plano. No setor de TI, a problemática não é diferente, visto que há um alto consumo de energia elétrica e afins na produção de equipamentos, além de ainda se descartar dispositivos defeituosos ou obsoletos em locais não adequados, aumentando o impacto ambiental negativo.

            Visando a diminuição do papel do setor de tecnologia no contexto de agressão ambiental, tendo em vista que projeções já indicam que projetos desenvolvidos e viabilizados pelo TI serão responsáveis por um quinto das emissões de carbono em 10 anos, desenvolveu-se o conceito de TI Verde (do inglês “Green IT”), onde são discutidos e implementados conceitos e práticas que visam otimizar e até mesmo reduzir o uso de recursos naturais, a fim de contribuir para o desenvolvimento responsável da indústria, minimizando o impacto socioambiental e gerando crescimento econômico estrutural e na qualidade de vida global.

            O TI Verde tem três pilares básicos fundamentais que demonstram sua relevância pró-ambientalista: produção sustentável, gestão e administração sustentável e descarte sustentável. Os problemas ecológicos se iniciam na fabricação, desde a utilização cavalar de recursos como a água, onde muitas vezes tem-se  problemas de contaminação – seja de lagos, rios, solo ou mesmo o ar que respiramos, até a falta de cuidado acerca da embalagem e transporte. O gerenciamento sustentável traz um fator fundamental à evolução das boas práticas ambientais: o utilizador. O uso responsável dos meios tecnológicos também é passível de preocupação. Em 2008, um computador ligado por 5 horas diárias emitiu 250 kg de dióxido de carbono na atmosfera ao longo de um ano. O descarte sempre foi uma problemática na área de tecnologia, quando equipamentos deixam de funcionar e são direcionados a locais não preparados para estes, visto que os componentes eletrônicos contêm diversos elementos agressivos ao ambiente.

            A adoção desses pilares tem diversos efeitos positivos, como a redução de consumo de energia, emissão de carbono, custos com insumos, softwares e equipamentos; melhoria no desempenho de organização e valorização da empresa perante o mercado.

Em 2018, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, órgão da Organização das Nações Unidas, alertou o mundo para a necessidade de alterações rápidas e profundas na estrutura industrial global, a fim de evitar um cada vez mais provável colapso ambiental.

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O custo Brasil interfere nas vendas nacionais? Cresce o número de smartphones importados no país.

O brasileiro continua trocando os produtos comercializados oficialmente, no país, por produtos importados. A ação, impulsionada pelo custo Brasil na produção de eletrônicos, vale a pena?

            A Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) registrou, na comparação entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, um aumento de 330% dos valores gastos em compras de eletrônicos importados, pela população brasileira. O valor teve um acréscimo expressivo, de US$ 20 milhões para US$ 66 milhões.  

            Os dispositivos, que normalmente não são vendidos oficialmente no Brasil, têm custo-benefício e tecnologias como atrativos para compra. Dentre as marcas mais conhecidas estão nomes como Xiaomi e Huawei. 

            Aparelhos como esses vêm sendo difundidos de modo massivo, apesar de sua importação não ser recomendada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), graças ao baixo custo quando comparados aos preços exorbitantes de aparelhos comercializados nacionalmente. Observe abaixo uma comparação rápida, entre um smartphone intermediário nacional e um intermediário importado:

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MODELOMotorola One ActionRedmi Note 7
PROCESSADORSamsung Exynos 7 Octa 9609Qualcomm Snapdragon 675
MEMÓRIA RAM4GB3/4GB
ARMAZENAMENTO INTERNO128GB32/64GB
SISTEMA OPERACIONALAndroid One 9 PieAndroid 9 Pie MIUI 10
PREÇOR$ 1.619 – 1.799R$ 899 – 1.247

            Na tabela de comparação, exibida anteriormente, estão dois modelos lançados recentemente, sendo o Motorola nacional e o Redmi um importado. Notamos que, por um preço consideravelmente menor, o importado oferece quase as mesmas especificações técnicas. Esse é um dos motivos para as vendas se popularizarem, tal processo se repete para diversos modelos.

            O custo Brasil em consonância com o baixo custo de importação tem alavancado o mercado dos “telefones” importados, especialmente os aparelhos chineses. Dado o cenário atual, de extinção das alíquotas de importação para bens de capital e informática, a importação soa cada vez mais interessante. Com a crescente de compras, a mídia tem feito resenhas, testes e tutoriais de como importar e manusear os aparelhos, facilitando ainda mais a utilização desses. Portanto, mesmo com os possíveis contratempos e contraindicações, a importação de celulares e eletrônicos, no geral, está sendo facilitada. Link, do TudoCelular, para uma das matérias da série “Como importar smartphones”: https://www.tudocelular.com/android/noticias/n120280/importar-smartphone-melhores-lojas-guia.html

Inteligência Artificial

Inteligência Artificial: Uma nova realidade inesperada

Com o grande crescimento da tecnologia nos últimos anos, várias funções humanas vem sendo substituídas ou facilitadas pelo uso de máquinas automatizadas ou facilitadoras. A partir dessas criações e como visto em literaturas antigas, o ser humano sonha em um mundo totalmente automatizado e com conforto trazido pelos serviços simples do dia a dia sendo feitos por algum tipo de robô.

Contudo uma nova tecnologia foi inventada para chegar em proporções muito maiores que apenas automatizar tarefas simples, algo além foi desejado, e foi alcançado. A capacidade de tomar decisões a partir de informações previamente definidas, a capacidade de simular um pensamento humano, foi inventado a Inteligência Artificial. Muitos acharam que era apenas para contas lógicas, que ela era dependente de tomar decisões 0 ou 1 (sim e não) mas a IA foi além, e uma das primeiras vezes que o mundo a reconheceu como algo espetacular foi na televisão aberta dos Estados Unidos.

Na televisão aberta norte americana existia uma programa muito conhecido por lá chamado Jeopardy, nesse programa eram convidados 3 participantes para disputar um gameshow valendo dinheiro, onde apenas o vencedor levaria a quantia arrecadada através da demonstração do maior domínio sobre todos os temas que integrem o conhecimento humano (desde história da arte, passando por ciências biológicas e chegando a eventos atuais envolvendo celebridades). Além disso o grande diferencial do programa é que em vez de perguntas a serem respondidas, as perguntas são apresentadas em forma de afirmação e o concorrente deve apresentar sua resposta em forma de pergunta.

Dia 14 de fevereiro de 2011, definitivamente um marco para os amantes de tecnologia. Na edição do Jeopardy deste dia, não seriam trazidos 3 participantes como de costume, desta vez participaram 2 humanos e um sistema de Inteligência Artificial chamado Watson, desenvolvido pela empresa International Business Machines – IBM e batizado em homenagem ao primeiro presidente da empresa. O desafio de vencer o programa com uma IA seria definitivamente trabalhoso já que teria que vencer humanos em uma competição na qual estes são notoriamente superiores: a compreensão da linguagem, que parece algo fácil e rudimentar para humanos, mas para uma máquina que é totalmente baseado em linguagem binária, pouco receptiva a sutilezas e ambiguidades, seria um grande passo.

Mesmo possuindo algumas dificuldades, o sistema Watson venceu os outros dois participantes, que eram os maiores campeões do programa com uma grande diferença a frente dos dois. Isso surpreendeu a todos da plateia e aos telespectadores já que ao Watson foi apenas dado um banco de dados interno, não possuindo acesso à internet para buscas, e mesmo assim conseguiu dar todas respostas imediatas.

Portanto pode-se perceber o tanto que os sistemas de Inteligência Artificial são poderosos e estão chegando cada vez mais a patamares nunca imaginados, esse episódio ocorreu em 2011, de lá até hoje muito já evoluiu, o Machine Learning é uma realidade e a era da tecnologia nunca esteve tão em alta! Link para matéria da IBM sobre o episódio: https://www.youtube.com/watch?v=P18EdAKuC1U